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Leia mais:Internos participam da criação de um pomar no Presídio de Rio do Sul

O Presídio Regional de Rio do Sul está, desde o início deste ano, em processo de produção de suas próprias frutas cítricas. O projeto é da nutricionista contratada da unidade, Maíra Fachini Bolduan, e começou a ser concretizado quando um dos internos, técnico agrícola, utilizou de seus conhecimentos na área para avaliar a viabilidade. Na primeira etapa, 164 mudas foram plantadas pelos internos, entre laranjas, limões e tangerinas.

A variedade das frutas foi escolhida de acordo com o tempo de frutificação, para que dessa forma esteja disponível pelo menos uma variedade durante o ano inteiro. Para o plantio das árvores foi utilizado um terreno do próprio presídio, que não estava sendo utilizado. O solo foi avaliado e recondicionado para receber as mudas frutífeiras, que foram escolhidas após a nutricionista perceber a demanda da unidade pelas frutas. As mudas foram plantadas durante o mês de julho e a previsão é que as árvores estejam prontas para a colheita em 2 ou 3 anos.

“Para conseguirmos as mudas, avaliarmos e recondicionarmos o solo, tivemos ajuda de algumas instituições.”, conta a nutricionista, Maíra Bolduan. O projeto inicial prevê o plantio de 300 mudas. Ela conta que está procurando novas parcerias para atingir o número inicial.

“O pomar também é uma forma de ajudar na reabilitação social e econômica dos internos, uma vez que, além de estarem ocupando seu tempo, é uma atividade em que eles podem aprender técnicas de plantio”, conta o diretor do Presídio, Eduardo Weber Xavier. Ele também destaca que a colheita irá representar uma economia nas licitações da unidade.

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A ação aconteceu no Presídio Regional de Tijucas na última quinta-feira (8). O perito criminal bioquímico, Clineu Seki Uehara e os agentes prisionais Adriana Terezinha da Cunha, Sabrina Ana de Souza e Sharles Kruscinski, totalizaram 110 coletas em um dia.

As demais Unidades com população carcerária que se enquadra nos critérios descritos na Lei 12.654/12 e que já tiveram os trabalhos concluídos são: Presídio Masculino de Florianópolis, Unidade Prisional Avançada de Imbituba e Penitenciária Feminina de Criciúma, onde foi realizado o maior número de coleta de apenadas, 131. 

Nas unidades: Complexo Penitenciário do Estado – COPE; Penitenciária de Florianópolis, Presídio Feminino de Tubarão e Penitenciária Industrial de São Cristóvão do Sul, o processo ainda está em andamento. Em 8 meses, 497 materiais foram coletados. 

O trabalho em parceria com o Departamento de Administração Prisional (DEAP) tem sido fundamental para conquistar tais resultados.

Foram realizadas 5 edições do Curso de Capacitação para Coleta de Material de Identificação Genética de Apenados, que resultaram em 57 servidores treinados para realização das coletas.

A meta da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) é que até o final deste ano 1.100 novas amostras sejam inseridas no Banco de Perfis Genéticos.

*Com informações do IGP

Leia mais:Parceria entre IGP e DEAP resulta na segunda maior coleta de perfil genético de apenados em uma...

Leia mais:SAP participa de seminário sobre trabalho prisional no Rio Grande do SulO Secretário da Administração Prisional e Socioeducativa, Leandro Lima, participou na quinta (8) e na sexta (9) do I Seminário de Gestão, Fomento e Boas Práticas para a Oferta de Trabalho à Pessoa Presa, em Canoas, Rio Grande do Sul. O evento foi realizado por meio de uma parceria do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) com o governo gaúcho e teve por objetivo conhecer e discutir forma de amplia a oferta de trabaklho nas unidades prisionais do Rio Grande do Sul. No seminário, o secretário Leandro Lima apresentou as boas práticas laborais em Santa Catarina e a importância da gestão na unidade prisional.

“Na prática, levamos a uma plateia composta por gestores prisionais, servidores e agentes penitenciários do estado do Rio Grande do Sul as experiências exitosas de Santa Catarina e apresentamos as políticas aqui desenvolvidas no intuito de replicar o modelo catarinense no sistema prisional gaúcho”, relata o secretário Leandro Lima.

O sistema prisional catarinense é considerado referência nacional pelo modelo do Fundo Rotativo implantado nas unidades. O Fundo prevê que atividade laboral seja remunerada, sendo que 25% do salário retorna para a unidade onde o preso está alocado, além da remição da pena.

“É importante que haja a integração dos órgãos de execução penal na busca por soluções para melhorar o sistema prisional brasileiro”, avaliou o diretor do Depen, Fabiano Bordignon, que também participou do evento.

A comitiva do Depen ainda contou com a presença do Diretor de Políticas Penitenciárias, Sandro Abel, e do Coordenador de Trabalho e Renda, José Fernando Vazquez. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o vice-governador e secretário de Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, o secretário de Administração Penitenciária do Rio Grande do Sul, Cesar Faccioli, a Superintendente da Susep, Solange Vieira, o Diretor de Políticas Penitenciárias do Rio Grande do Sul Sandro Oliveira também participaram do seminário.

Departamento de Administração Prisional

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